Kiko Porto tem recuperação afetada por punição na final da IMSA Michelin Pilot Challenge
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Vitória no Canadá marcou o primeiro ano do brasileiro na categoria; piloto seguirá com a Toyota Gazoo Racing em 2027
São Paulo, 05 de outubro de 2026. Uma penalização ao Toyota GR Supra GT4 EVO #12 da Rafa Racing Team tirou Kiko Porto (Banco Daycoval / Toyota Gazoo Racing / Equipe: Rafa Racing) e Varun Choksey dos primeiros colocados em Road Atlanta, na décima e última etapa da IMSA Michelin Pilot Challenge. O brasileiro havia cruzado a linha de chegada em oitavo na GS, após recuperar posições na segunda metade da corrida que encerrou sua temporada de estreia no campeonato.
Quando assumiu o Toyota para a segunda metade da prova, Kiko voltou dos boxes na 21ª posição da GS. O norte-americano Varun Choksey havia conduzido o carro no primeiro turno e entregado o #12 em sexto na classe. Em meio ao tráfego, o brasileiro avançou até receber a bandeirada em oitavo, antes de a punição afetar a classificação da dupla.
“Foi uma corrida bem difícil. Não era o jeito que a gente queria terminar o ano, mas agora é pensar em 2027”, afirmou Kiko. O piloto seguirá defendendo a Toyota Gazoo Racing na próxima temporada, depois de um campeonato de estreia marcado por desafios, aprendizado e uma vitória na etapa do Canadá.
O título da VP Challenge, conquistado em 2025, antecedeu a entrada de Kiko Porto na disputa de 2026, com carros GT4, corridas de longa duração e divisão do volante. As diferentes situações de pista e estratégias de corrida fizeram parte do aprendizado do brasileiro de 23 anos em sua primeira temporada na Michelin Pilot Challenge.
A despedida de 2026 ocorreu no Michelin Raceway Road Atlanta, em Braselton, no estado da Geórgia, em uma corrida de duas horas. O circuito está entre os mais tradicionais do automobilismo norte-americano. A dupla partiu da décima colocação da GS, definida por Choksey na classificação. A confiança no potencial do Toyota vinha acompanhada da expectativa de aproveitar o ritmo do carro para ganhar posições, embora o tráfego tivesse dificultado a busca por uma volta limpa na tomada de tempo.
“Não fui eu que classifiquei, foi meu companheiro de equipe. A classificação foi meio dura. A gente larga de 10º. Tinha muito mais velocidade no carro, mas o trânsito realmente foi a parte mais chata. Tinha mais de 30 carros numa pistinha de 1 minuto e meio, então foi bem chato”, explicou Kiko Porto.
Carlos Rossi / Red Line Motorsport























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